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30/09/2008: "Estação de Tratamento de Esgoto de Rio Preto inicia fase de testes"
Começam nesta segunda-feira (29/9), às 10 horas, os testes de equipamentos na Estação de Tratamento de Esgoto - ETE de São José do Rio Preto. Os trabalhos serão acompanhados pelo prefeito Edinho Araújo, pelo superintendente do Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto - Semae, Nicanor Batista Júnior, além de integrantes do Núcleo de Acompanhamento e Fiscalização – NAF.
Este é o primeiro passo para que a ETE entre em pré-operação. A estação terá capacidade para tratar 100% do esgoto produzido em Rio Preto já em sua configuração inicial, que poderá atender a uma população de até 481.640 pessoas, número de habitantes projetado para o ano de 2015. O projeto ainda prevê uma ampliação das estruturas a ser realizada nos próximos anos, que elevará a capacidade da estação para tratar o esgoto produzido por até 600 mil pessoas. Até o fim deste ano, toda a estação já deverá estar em pré-operação.
Em todo o sistema de tratamento de esgoto, que envolve também a construção de 43 quilômetros de interceptores, foram investidos R$ 120 milhões. O Semae investiu a maior parte deste montante: R$ 62 milhões. O restante foi financiado pela Caixa Econômica Federal e pelo BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. As obras começaram em junho de 2006. O consórcio Delta/Araguaia foi o vencedor da concorrência e gerenciamento foi feito pela empresa Serec.
Os primeiros testes, realizados a partir de segunda-feira, serão feitos nos desarenadores e decantadores. Na fase de desarenação, ainda no início do tratamento, a areia é separada do esgoto. Já nos decantadores, grandes tanques circulares onde ocorre uma das últimas etapas do processo, são retirados detritos sólidos do efluente. Equipamentos de outras estruturas estão em fase final de montagem e, gradativamente, serão testados para entrar em pré-operação. Está em fase final, também, o projeto de urbanização da ETE, que inclui a pavimentação das ruas e a colocação de grama.
A execução dos trabalhos foi acompanhada pelo NAF, um grupo formado por representantes de instituições como Unesp, associações de bairros, Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto - Acirp, Sociedade dos Engenheiros e Comitê da Bacia Hidrográfica do Turvo/Grande, além da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.
Construída em uma área de 27,7 alqueires, ao lado da rodovia vicinal que liga Rio Preto a Ipiguá, a ETE terá capacidade de retirar 95% de toda a sujeira e microorganismos nocivos presentes no esgoto. Para isso, o efluente passará por seis etapas de tratamento, que envolvem processos mecânicos, físicos e biológicos. Nas fases físicas e mecânicas, há a separação de elementos sólidos, como lixo e areia. O processo biológico é realizado pelas bactérias já presentes no esgoto.
A coleta e o tratamento de esgoto têm forte impacto na melhoria da saúde e do bem-estar da população. A Fundação Nacional de Saúde - Funasa estima que, para cada R$ 1 investido em saneamento, há uma economia de R$ 4 na área de medicina curativa. Por outro lado, existem grandes benefícios ao meio ambiente, com a recuperação dos rios e córregos, dando condições para que a vida animal e vegetal se desenvolvam.
Funcionamento da ETE
Veja como será cada etapa do tratamento de esgoto
Interceptores
Os interceptores são tubulações de concreto especiais para o trabalho com o esgoto. Eles evitam que o esgoto seja despejado em rios e córregos, pois interceptam os efluentes provenientes da rede de coleta. A tubulação leva o esgoto direto para a estação de tratamento.
Gradeamento grosseiro
Nesta etapa, o esgoto passa por uma grade com cerca de 5 centímetros de espaço entre as barras. O objetivo é tirar do efluente qualquer objeto que fique preso a essa grade, como pedaços de pau, tecidos, sacos plásticos e garrafas pet — em geral, lixo.
Gradeamento fino e desarenação
No gradeamento fino, tudo o que restou de resíduo sólido do esgoto é retirado, por meio de uma máquina que se parece bastante com uma escada rolante, com aberturas de um milímetro entre as barras. Enquanto o esgoto passa pela máquina, a sujeira é suspensa pelos degraus e retirada do líquido. Nesta fase, são separados pequenos objetos como pontas de cigarro, palitos de fósforo e até fios de cabelo. Em seguida, o esgoto passa por tanques de desarenação, nos quais a areia decanta e é recolhida por um braço mecânico. Daí em diante, só elementos líquidos compõem o efluente.
Reator UASB
Aqui acontece grande parte do tratamento. Os reatores são tanques fechados e favorecem o crescimento e a multiplicação de bactérias anaeróbias, que desempenham suas funções na ausência de oxigênio livre. São essas bactérias que vão se alimentar de boa parte da carga orgânica do esgoto. Nesse processo, há liberação de gás metano, que é captado por tubos e levado até queimadores.
No interior dos tanques, o efluente é lançado por canos rente ao fundo e, então, segue naturalmente para a parte superior. Daí vem o nome da unidade: UASB é a sigla em inglês para Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente. Quando sai do reator, o esgoto já perdeu cerca de 70% de sua carga orgânica. Na ETE, existem três unidades UASB, com quatro células cada uma. Todas as células são independentes e, por isso, se algum ponto precisar de manutenção, não é preciso parar as outras divisões. Já está projetada a construção de uma quarta unidade, também com quatro células.
Tanques de aeração
Agora é a vez das bactérias aeróbias atuarem. Elas se desenvolvem e trabalham melhor em um ambiente repleto de oxigênio, por isso esses tanques são abertos, para ficar em contato com o ar. Mas elas recebem mais uma ajuda: na parte inferior do tanque, centenas de sopradores injetam ar no esgoto, dando ainda mais condições de as bactérias trabalharem. Elas consomem quase toda a matéria orgânica que restou. Há três tanques de aeração na ETE, mas já está prevista a construção de mais uma unidade.
Decantadores
Nestes tanques circulares, o efluente fica quase em repouso completo. O objetivo é fazer com que a pouca matéria orgânica que ainda tenha ficado no esgoto e também as bactérias que já se alimentaram nas etapas anteriores fiquem depositadas no fundo da estrutura (por sedimentação/decantação). Existem três decantadores na ETE, mas tudo já ficou pronto para a construção de um quarto tanque. Um grande braço metálico circula lentamente pela estrutura (são necessárias duas horas para uma volta completa), empurrando o que sedimentou para uma tubulação específica. Esse material é chamado de lodo (veja, abaixo, o tópico Linha de lodo). A água que fica por cima nos decantadores está quase pronta para ser devolvida à natureza. Antes, ela passa por um último processo de tratamento.
Pós-aeração e cloração
Aqui o oxigênio é diluído novamente na água. Para isso, ela passa por um tanque em que os corredores têm seguidos formatos de “S”. Pás semelhantes a ventiladores de teto agitam a água ao longo do caminho para completar a oxigenação. Depois, a água recebe uma pequena quantidade de cloro, suficiente para matar os microorganismos patogênicos (causadores de doenças), mas sem risco para o desenvolvimento da vida de animais e plantas. É a água limpa de novo, pronta para voltar à natureza. Na ETE, essa água é lançada no rio Preto, pouco antes da confluência com o córrego São Pedro. Uma pequena parte do que sai da pós-aeração é recolhida a uma estação de tratamento de água interna. Essa água será utilizada na própria ETE, para fazer limpeza, por exemplo.
Linha de lodo
O lodo retirado nos decantadores (etapa 5), recebe tratamento próprio. Primeiro, ele é levado para centrífugas, equipamentos que, por rotação, retiram boa parte da umidade do lodo. Depois, o lodo vai para estufas agrícolas, onde perde mais de sua umidade. Esse lodo pode ter várias destinações, como fertilizante para algumas culturas ou biocombustível.
ETE – Dados gerais
- Está em fase final de construção em área de 27,7 alqueires na confluência do rio Preto com o córrego São Pedro, junto à estrada vicinal que liga Rio Preto a Ipiguá;
- A área destinada ao reflorestamento, à proteção ambiental e aos tanques tem 435,6 mil metros quadrados;
- Prazo: execução em 30 meses;
- Consórcio responsável pela construção: Delta/Araguaia;
- O investimento direto na ETE e na rede de interceptores de esgoto é de aproximadamente R$ 120 milhões.
- A maior parte desses recursos, R$ 62 milhões, são provenientes do próprio Semae. Os R$ 58 milhões restantes são financiados pela Caixa Econômica Federal e BNDES;
- A 1ª etapa da obra está projetada para atender a uma população de até 481.640 habitantes (projetada para o ano de 2015);
- As obras estão em fase final de montagem e início de testes de equipamentos. Também está em acabamento o projeto de urbanização da ETE;
- A ETE, inicialmente, terá capacidade para tratar até 1,6 mil litros de esgoto por segundo, quando seus três módulos estiverem em funcionamento;
- O plano final prevê a construção de mais um módulo, que elevará a capacidade de tratamento para 2,2 mil litros por segundo, atendendo a uma população de até 600 mil habitantes;
A ETE em números
- Volume de concreto: 28.821 metros cúbicos
Corresponde a 5.754 viagens de caminhão betoneira
Corresponde a 173 mil sacas de cimento
Equivale a 320 viagens de carreta, com 540 sacas de cimento/cada viagem
- Aço de construção: 1.989.000 quilos
Corresponde a 74 viagens de carreta
Corresponde a 2,8 mil quilos de aço por dia
- Tubos de concreto de esgoto (diâmetros de 500mm a 2.000mm)
Corresponde a 13.500 metros de extensão de tubos
Serão necessárias 1,5 mil viagens
- Escavação e aterro
Escavação de 463 mil metros cúbicos
Corresponde a 77.200 viagens de caminhões basculante
- Reflorestamento na ETE e ao longo dos interceptores
Plantio de 227.889 metros quadrados de grama
Corresponde a 760 viagens de caminhão
Plantio de 7.210 mudas de árvore
Este é o primeiro passo para que a ETE entre em pré-operação. A estação terá capacidade para tratar 100% do esgoto produzido em Rio Preto já em sua configuração inicial, que poderá atender a uma população de até 481.640 pessoas, número de habitantes projetado para o ano de 2015. O projeto ainda prevê uma ampliação das estruturas a ser realizada nos próximos anos, que elevará a capacidade da estação para tratar o esgoto produzido por até 600 mil pessoas. Até o fim deste ano, toda a estação já deverá estar em pré-operação.
Em todo o sistema de tratamento de esgoto, que envolve também a construção de 43 quilômetros de interceptores, foram investidos R$ 120 milhões. O Semae investiu a maior parte deste montante: R$ 62 milhões. O restante foi financiado pela Caixa Econômica Federal e pelo BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. As obras começaram em junho de 2006. O consórcio Delta/Araguaia foi o vencedor da concorrência e gerenciamento foi feito pela empresa Serec.
Os primeiros testes, realizados a partir de segunda-feira, serão feitos nos desarenadores e decantadores. Na fase de desarenação, ainda no início do tratamento, a areia é separada do esgoto. Já nos decantadores, grandes tanques circulares onde ocorre uma das últimas etapas do processo, são retirados detritos sólidos do efluente. Equipamentos de outras estruturas estão em fase final de montagem e, gradativamente, serão testados para entrar em pré-operação. Está em fase final, também, o projeto de urbanização da ETE, que inclui a pavimentação das ruas e a colocação de grama.
A execução dos trabalhos foi acompanhada pelo NAF, um grupo formado por representantes de instituições como Unesp, associações de bairros, Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, Associação Comercial e Empresarial de Rio Preto - Acirp, Sociedade dos Engenheiros e Comitê da Bacia Hidrográfica do Turvo/Grande, além da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.
Construída em uma área de 27,7 alqueires, ao lado da rodovia vicinal que liga Rio Preto a Ipiguá, a ETE terá capacidade de retirar 95% de toda a sujeira e microorganismos nocivos presentes no esgoto. Para isso, o efluente passará por seis etapas de tratamento, que envolvem processos mecânicos, físicos e biológicos. Nas fases físicas e mecânicas, há a separação de elementos sólidos, como lixo e areia. O processo biológico é realizado pelas bactérias já presentes no esgoto.
A coleta e o tratamento de esgoto têm forte impacto na melhoria da saúde e do bem-estar da população. A Fundação Nacional de Saúde - Funasa estima que, para cada R$ 1 investido em saneamento, há uma economia de R$ 4 na área de medicina curativa. Por outro lado, existem grandes benefícios ao meio ambiente, com a recuperação dos rios e córregos, dando condições para que a vida animal e vegetal se desenvolvam. Funcionamento da ETE
Veja como será cada etapa do tratamento de esgoto
Interceptores
Os interceptores são tubulações de concreto especiais para o trabalho com o esgoto. Eles evitam que o esgoto seja despejado em rios e córregos, pois interceptam os efluentes provenientes da rede de coleta. A tubulação leva o esgoto direto para a estação de tratamento.
Gradeamento grosseiro
Nesta etapa, o esgoto passa por uma grade com cerca de 5 centímetros de espaço entre as barras. O objetivo é tirar do efluente qualquer objeto que fique preso a essa grade, como pedaços de pau, tecidos, sacos plásticos e garrafas pet — em geral, lixo.
Gradeamento fino e desarenação
No gradeamento fino, tudo o que restou de resíduo sólido do esgoto é retirado, por meio de uma máquina que se parece bastante com uma escada rolante, com aberturas de um milímetro entre as barras. Enquanto o esgoto passa pela máquina, a sujeira é suspensa pelos degraus e retirada do líquido. Nesta fase, são separados pequenos objetos como pontas de cigarro, palitos de fósforo e até fios de cabelo. Em seguida, o esgoto passa por tanques de desarenação, nos quais a areia decanta e é recolhida por um braço mecânico. Daí em diante, só elementos líquidos compõem o efluente.
Reator UASB
Aqui acontece grande parte do tratamento. Os reatores são tanques fechados e favorecem o crescimento e a multiplicação de bactérias anaeróbias, que desempenham suas funções na ausência de oxigênio livre. São essas bactérias que vão se alimentar de boa parte da carga orgânica do esgoto. Nesse processo, há liberação de gás metano, que é captado por tubos e levado até queimadores.
No interior dos tanques, o efluente é lançado por canos rente ao fundo e, então, segue naturalmente para a parte superior. Daí vem o nome da unidade: UASB é a sigla em inglês para Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente. Quando sai do reator, o esgoto já perdeu cerca de 70% de sua carga orgânica. Na ETE, existem três unidades UASB, com quatro células cada uma. Todas as células são independentes e, por isso, se algum ponto precisar de manutenção, não é preciso parar as outras divisões. Já está projetada a construção de uma quarta unidade, também com quatro células.
Tanques de aeração
Agora é a vez das bactérias aeróbias atuarem. Elas se desenvolvem e trabalham melhor em um ambiente repleto de oxigênio, por isso esses tanques são abertos, para ficar em contato com o ar. Mas elas recebem mais uma ajuda: na parte inferior do tanque, centenas de sopradores injetam ar no esgoto, dando ainda mais condições de as bactérias trabalharem. Elas consomem quase toda a matéria orgânica que restou. Há três tanques de aeração na ETE, mas já está prevista a construção de mais uma unidade.
Decantadores
Nestes tanques circulares, o efluente fica quase em repouso completo. O objetivo é fazer com que a pouca matéria orgânica que ainda tenha ficado no esgoto e também as bactérias que já se alimentaram nas etapas anteriores fiquem depositadas no fundo da estrutura (por sedimentação/decantação). Existem três decantadores na ETE, mas tudo já ficou pronto para a construção de um quarto tanque. Um grande braço metálico circula lentamente pela estrutura (são necessárias duas horas para uma volta completa), empurrando o que sedimentou para uma tubulação específica. Esse material é chamado de lodo (veja, abaixo, o tópico Linha de lodo). A água que fica por cima nos decantadores está quase pronta para ser devolvida à natureza. Antes, ela passa por um último processo de tratamento.
Pós-aeração e cloração
Aqui o oxigênio é diluído novamente na água. Para isso, ela passa por um tanque em que os corredores têm seguidos formatos de “S”. Pás semelhantes a ventiladores de teto agitam a água ao longo do caminho para completar a oxigenação. Depois, a água recebe uma pequena quantidade de cloro, suficiente para matar os microorganismos patogênicos (causadores de doenças), mas sem risco para o desenvolvimento da vida de animais e plantas. É a água limpa de novo, pronta para voltar à natureza. Na ETE, essa água é lançada no rio Preto, pouco antes da confluência com o córrego São Pedro. Uma pequena parte do que sai da pós-aeração é recolhida a uma estação de tratamento de água interna. Essa água será utilizada na própria ETE, para fazer limpeza, por exemplo.Linha de lodo
O lodo retirado nos decantadores (etapa 5), recebe tratamento próprio. Primeiro, ele é levado para centrífugas, equipamentos que, por rotação, retiram boa parte da umidade do lodo. Depois, o lodo vai para estufas agrícolas, onde perde mais de sua umidade. Esse lodo pode ter várias destinações, como fertilizante para algumas culturas ou biocombustível.
ETE – Dados gerais
- Está em fase final de construção em área de 27,7 alqueires na confluência do rio Preto com o córrego São Pedro, junto à estrada vicinal que liga Rio Preto a Ipiguá;
- A área destinada ao reflorestamento, à proteção ambiental e aos tanques tem 435,6 mil metros quadrados;
- Prazo: execução em 30 meses;
- Consórcio responsável pela construção: Delta/Araguaia;
- O investimento direto na ETE e na rede de interceptores de esgoto é de aproximadamente R$ 120 milhões.
- A maior parte desses recursos, R$ 62 milhões, são provenientes do próprio Semae. Os R$ 58 milhões restantes são financiados pela Caixa Econômica Federal e BNDES;
- A 1ª etapa da obra está projetada para atender a uma população de até 481.640 habitantes (projetada para o ano de 2015);
- As obras estão em fase final de montagem e início de testes de equipamentos. Também está em acabamento o projeto de urbanização da ETE;
- A ETE, inicialmente, terá capacidade para tratar até 1,6 mil litros de esgoto por segundo, quando seus três módulos estiverem em funcionamento;
- O plano final prevê a construção de mais um módulo, que elevará a capacidade de tratamento para 2,2 mil litros por segundo, atendendo a uma população de até 600 mil habitantes;
A ETE em números
- Volume de concreto: 28.821 metros cúbicos
Corresponde a 5.754 viagens de caminhão betoneira
Corresponde a 173 mil sacas de cimento
Equivale a 320 viagens de carreta, com 540 sacas de cimento/cada viagem
- Aço de construção: 1.989.000 quilos
Corresponde a 74 viagens de carreta
Corresponde a 2,8 mil quilos de aço por dia
- Tubos de concreto de esgoto (diâmetros de 500mm a 2.000mm)
Corresponde a 13.500 metros de extensão de tubos
Serão necessárias 1,5 mil viagens
- Escavação e aterro
Escavação de 463 mil metros cúbicos
Corresponde a 77.200 viagens de caminhões basculante
- Reflorestamento na ETE e ao longo dos interceptores
Plantio de 227.889 metros quadrados de grama
Corresponde a 760 viagens de caminhão
Plantio de 7.210 mudas de árvore





